CD – Bach
R$40,00
Trilha sonora original do espetáculo “Bach” do Grupo Corpo.
Um jogo entre o que se ouve e o que se vê, onde o barroco de Bach e o barroco de Minas Gerais, no Brasil, se realizam como dança. A coreografia aspira ao que está acima, e a música, ao que está dentro das partituras de Bach e que Marco Antônio Guimarães, o compositor, nos ajuda a descobrir.
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R$40,00Trilha sonora original do espetáculo “Santagustin” do Grupo Corpo.
A capitulação às tentações da luxúria versus o combate ferrenho e intransigente aos prazeres da carne. A tensão entre os dois extremos que marcaram a existência terrena do filósofo e religioso Aurélio Agostinho (354 – 430), o Santo Agostinho do panteão católico, serviu como ponto de partida para o compositor Tom Zé criar a música original do balé do Grupo Corpo – Santagustin, de 2002.
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Esgotado
R$50,00LECUONA
Duração: 40 minutos
Amores ardentes, vorazes volúpias, ciúmes nefastos, corações partidos, saudades brutais, desprezo, rancor, indiferença… Com letras que beiram o kitsch e a construções melódicas estonteantemente belas, o romantismo rasgado das canções de Ernesto Lecuona (1895-1963) havia capturado o coração bailarino do coreógrafo Rodrigo Pederneiras em meados dos anos 80. Duas décadas depois, em 2004, o Grupo Corpo rendia-se à genialidade do maior ícone da música cubana de todos os tempos e decidia abrir uma exceção à regra, estabelecida em 1992, de só trabalhar com trilhas especialmente compostas para colocar em cena o balé que leva seu nome: Lecuona. Uma vertiginosa sequência de 38 minutos de pas-de-deux e uma única formação de grupo, criadas por Rodrigo Pederneiras sobre doze doridas canções de amor e uma valsa do célebre autor de Siboney, emprestam a Lecuona um caráter absolutamente singular e diferenciado das demais criações do grupo. Esbanjando sensualidade, a tradução visual e cênica das canções de Ernesto Lecuona ganha com cada casal de protagonistas a sua própria cor.
Fiery affairs, devouring lust, disastrous jealousy, broken hearts, brutal longing, contempt, rancor, and indifference in lyrics that border on the kitsch and dazzlingly beautiful melodies – these are the exuberantly romantic songs written by Ernesto Lecuona (1895-1963). They captivated choreographer Rodrigo Pederneiras in the mid-eighties, and two decades later in 2004, GRUPO CORPO celebrated the all-time greatest genius of Cuban music, opening for the first time since 1992 an exception to the house rule that the dance company would only dance to soundtracks especially composed for them. The result is a 38-minute ballet simply called Lecuona, an infatuating sequence of pas de deux followed by a single ensemble number created by Rodrigo Pederneiras to twelve aching love songs and one Waltz by the famous composer of Siboney. Lecuona has a singular character among all the other ballets by GRUPO CORPO. Visual and scenery change color every time a new couple takes the stage to dance to one of Ernesto Lecuona’s songs. The scenery and lighting design (by Paulo Pederneiras and Fernando Velloso) outlines the scenic space with cubes made of monochromatic light that move within the black box as the partners dance. Domineering, the male dancers get on stage donning patent leather shoes, shirts, and slacks in different shades of black. On gauzy dresses with plenty of slits and cleavage, the fiery female dancers of Lecuona put on high heels (from 2 inches high to 5-inch heels) and dress from head to toes in one invariably warm color that relates to the light shade chosen for their couples. After the pas de deux, six couples take the stage to dance a waltz in a gigantic cube made of mirrors (now the women wear long lilting white dresses). Each dancer is multiplied in the play of mirror reflections and the final number becomes a big bright ball from a bygone era.
choreography: Rodrigo Pederneiras
music: Ernesto Lecuona
set design & lighting: Paulo Pederneiras
costume design: Freusa Zechmeister -
R$40,00DANÇA SINFÔNICA
música: MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES
Em sua primeira obra sinfônica especialmente criada para o Grupo Corpo, Marco Antônio Guimarães, autor de trilhas antológicas como 21 (1992) e Bach (1996), funde em sofisticada trama peças inéditas e passagens musicais evocativas de balés que marcaram a história recente do Corpo. O conjunto de temas foi escrito com maestria para a formação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, de 90 figuras, e interligado por engenhosas pontes musicais executadas pelo grupo Uakti.


