Cartaz Gira
R$40,00
Cartaz do espetáculo Gira.
Dimensões: 35cm x 25,45cm
Papel Couche fosco 170g
contato@corpoloja.com.br
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R$40,00BREU
música: LENINE
Com um pé no melhor da tradição musical do Nordeste brasileiro e outro na modernidade, a música criada por Lenine para o Grupo Corpo combina uma vasta gama de timbres, samplers, efeitos, citações e estilos, na construção de uma instigante babel sonora, concebida como uma peça única, de oito movimentos, onde têm lugar o caboclinho e o hard rock; o corne inglês e o derbak (instrumento árabe de percussão); a bateria do ex-Sepultura Iggor Cavalera e a flauta medieval francesa occitane de Claude Sicre, líder do grupo Fabulous Trobadors, de Toulouse.
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R$40,00NAZARETH
música: Zé Miguel Wisnik
Na trilha composta para o Grupo Corpo, com base na obra do mais erudito dos compositores populares brasileiros, Zé Miguel Wisnik recorre ao conceito de espelhamento melódico para operar movimentos retrógrados que, induzidos por computador, desvendam surpreendentes e cristalinas construções musicais, numa recriação absolutamente autoral, original e contemporânea da obra de Ernesto Nazareth.
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R$40,00SUÍTE BRANCA
música: SAMUEL ROSA
Vocalista, guitarrista, compositor e líder do Skank – uma das bandas pop rock brasileiras de maior projeção internacional –, Samuel Rosa constrói para o GRUPO CORPO, ao lado de seus companheiros de mais de 20 anos de estrada, a trilha da coreografia de Suíte Branca. 100% instrumental, é seu primeiro trabalho de fôlego como autor fora do cancioneiro da banda.
Ao longo de 30 minutos, Rosa e seus parceiros de Skank mesclam psicodelia e circo, Jamaica e Minas Gerais, levadas mântricas em compasso de valsa e distorções cáusticas de guitarra, e fazem alusões discretas a bandas legendárias que, nos anos 60 e 70, marcaram a formação musical do quarteto, como os Beatles e o Clube da Esquina.
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R$40,00Trilha sonora do espetáculo “Lecuona” do Grupo Corpo.
Amores ardentes, vorazes volúpias, ciúmes nefastos, corações partidos, saudades brutais, desprezo, rancor, indiferença…
Com letras que beiram o kitsch e construções melódicas estonteantemente belas, o romantismo rasgado das canções de Ernesto Lecuona (1895-1963) havia capturado o coração bailarino do coreógrafo Rodrigo Pederneiras em meados dos anos 80. Duas décadas depois, em 2004, o Grupo Corpo rendia-se à genialidade do maior ícone da música cubana de todos os tempos e decidia abrir uma exceção à regra, estabelecida em 1992, de só trabalhar com trilhas especialmente compostas para colocar em cena o balé que leva seu nome: Lecuona.
