Cartaz Breu – tam. G
R$70,00
Cartaz do espetáculo “Breu”
Dimensões: 42cm x 59,4cm
Papel Couche fosco 170g
contato@corpoloja.com.br
Em estoque
Produtos relacionados
-
R$40,00Trilha sonora original do espetáculo “Santagustin” do Grupo Corpo.
A capitulação às tentações da luxúria versus o combate ferrenho e intransigente aos prazeres da carne. A tensão entre os dois extremos que marcaram a existência terrena do filósofo e religioso Aurélio Agostinho (354 – 430), o Santo Agostinho do panteão católico, serviu como ponto de partida para o compositor Tom Zé criar a música original do balé do Grupo Corpo – Santagustin, de 2002.
-
R$40,00Trilha sonora original do espetáculo “O Corpo” do Grupo Corpo.
música: Arnaldo Antunes
Tematizando o imaginário urbano, a coreografia de Rodrigo Pederneiras dialoga inovadoramente com a trilha eletrônica de Arnaldo Antunes. No ritmo acelerado dos movimentos, na violência dos gestos, nas quebras das linhas e no arqueamento dos corpos que buscam se mover rente ao chão, Rodrigo Pederneiras desenvolve novas características para essa dança, que vai da malemolência ao robótico.
“O corpo é suficientemente opaco / para que se possa vê-lo.” Esse corpo dança banhado na luz-cenário de Paulo Pederneiras, um quadrado de spots vibrando com a música como um gigantesco analisador de espectro.
As frases de Arnaldo Antunes ganham corpo na dança; e a dança dá novo viés à trajetória do Grupo. Na soma de gestos, som e luz, O Corpo concentra, com novos acentos, a essência brasileira do Grupo Corpo.
-
R$40,00GIL – Trilha sonora original do espetáculo do Grupo Corpo
música: Gilberto Gil
A música luminosa, plural, universal e tão brasileira de Gilberto Gil se traduz na coreografia que leva o nome do compositor, GIL. A convite do diretor artístico Paulo Pederneiras, Gil criou uma trilha que vai dos elementos afro-baianos à abordagem camerística, com a intervenção de trechos retrabalhados das canções conhecidas, como Tempo Rei, Andar com Fé e Aquele Abraço.
-
R$40,00Trilha sonora do espetáculo “Lecuona” do Grupo Corpo.
Amores ardentes, vorazes volúpias, ciúmes nefastos, corações partidos, saudades brutais, desprezo, rancor, indiferença…
Com letras que beiram o kitsch e construções melódicas estonteantemente belas, o romantismo rasgado das canções de Ernesto Lecuona (1895-1963) havia capturado o coração bailarino do coreógrafo Rodrigo Pederneiras em meados dos anos 80. Duas décadas depois, em 2004, o Grupo Corpo rendia-se à genialidade do maior ícone da música cubana de todos os tempos e decidia abrir uma exceção à regra, estabelecida em 1992, de só trabalhar com trilhas especialmente compostas para colocar em cena o balé que leva seu nome: Lecuona.
