Documentário – Lecuona
R$30,00
SÉRIE REPERTÓRIO GRUPO CORPO – DOCUMENTÁRIO LECUONA
Direção: Cláudia Ribeiro e Janaína Patrocínio
Duração: 53 minutos
Ano: 2015
Produção: Grupo Corpo e JPZ Comunicação
Nessa obra, o Grupo Corpo rende-se à genialidade do maior ícone da música cubana, o pianista Ernesto Lecuona, e decide abrir uma exceção à regra, estabelecida em 1992, de só trabalhar com trilhas exclusivas, para colocar em cena o balé que leva o seu nome: “Lecuona”. Os casais se sucedem decantando paixões, segundo roteiros que vêm tanto do romantismo mais desbragado quanto do realismo sem máscara de cada um de nós.
Este documentário mostra o balé na íntegra, intercalado por cenas de bastidores, depoimentos e curiosidades gravadas ao longo do processo de criação.
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R$40,00Trilha sonora original do espetáculo “Santagustin” do Grupo Corpo.
A capitulação às tentações da luxúria versus o combate ferrenho e intransigente aos prazeres da carne. A tensão entre os dois extremos que marcaram a existência terrena do filósofo e religioso Aurélio Agostinho (354 – 430), o Santo Agostinho do panteão católico, serviu como ponto de partida para o compositor Tom Zé criar a música original do balé do Grupo Corpo – Santagustin, de 2002.
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Esgotado
R$50,00BENGUELÊ
Duração: 40 minutos
Benguelê é uma exaltação ao passado africano e às suas marcantes e profundas raízes na cultura brasileira. Riscando do palco, sem nenhum pudor, qualquer vestígio da técnica clássica – que, no entanto, presente na formação dos bailarinos, dá suporte à complexa coreografia -, o coreógrafo evoca, do início ao fim, ritmos afro-brasileiros como o maracatu, o candomblé e o congado. Anarquia e frenesi substituem a simetria e a ordem dos bailarinos em cena. Pas-de-deux e fouettés dão lugar a batidas de pé, remelexos de quadril, ombros e pélvis. A diversidade rítmica ganha vida ao som da música inspirada do compositor, cantor e violonista João Bosco. São onze temas – especialmente criados como a música-tema Benguelê, ou recriados como o chorinho 1×0 de Pixinguinha, ou Tarantá e Carreiro Bebe, do folclore. Ora festivos, ora ritualísticos, os movimentos sugerem danças tribais, onde a representação de figuras humanas, vergadas pelo tempo, ou animalizadas, pontuam o espetáculo.
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Benguelê is a celebration of the African culture and its deep and highly-influential roots in Brazilian culture. Effortlessly erasing any traces of classical dance technique from stage – even though it is the dancers’ rigorous classical training that underscores this complex choreography – Benguelê’s choreography always evokes Afro-Brazilian rhythms such as maracatu, candomblé and congado. Anarchy and frenzy replace symmetry and order on stage. Stomping feet and swaying hips, shoulders and crouches substitute for Pas-de-deux and fouettés. The rhythmic diversity is ignited by the inspired music of composer, singer and guitarist João Bosco. They are eleven themes – some have been especially created for the soundtrack, such as the title theme; some are recreations of classics such as Pixinguinha’s chorinho 1×0; and others are pieces from Afro-Brazilian folklore such as Tarantá and Carreiro Bebe. Benguelê’s movements, at times festive or ritualistic, suggest tribal dances in which the representation of human figures, stooped with age or animalized, punctuate the performance.
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coreografia / choreography: Rodrigo Pederneiras
música / music: João Bosco
cenografia / set design: Fernando Velloso and Paulo Pederneiras
figurino / costume design: Freusa Zechmeister
iluminação / lighting: Paulo PederneirasO CORPO
Duração: 43 minutos
Tematizando o imaginário urbano, a coreografia de Rodrigo Pederneiras dialoga inovadoramente com a trilha eletrônica de Arnaldo Antunes.
No ritmo acelerado dos movimentos, na violência dos gestos, nas quebras das linhas e no arqueamento dos corpos que buscam se mover rente ao chão, Rodrigo Pederneiras desenvolve novas características para essa dança, que vai da malemolência ao robótico.
“O corpo é suficientemente opaco / para que se possa vê-lo.” Esse corpo dança banhado na luz-cenário de Paulo Pederneiras, um quadrado de spots vibrando com a música como um gigantesco analisador de espectro.
O Corpo transforma o cenário em luz e os figurinos em cenários móveis: são esculturas pretas que dançam numa caixa vermelha. Os corpos ganham novos volumes pelo desenho das roupas de Freusa Zechmeister e Fernando Velloso. Formam uma gangue, ou tribo; mas suas individualidades são acentuadas pelo movimento e pelo inusitado dos figurinos.
As frases de Arnaldo Antunes ganham corpo na dança; e a dança dá novo viés à trajetória do Grupo. Na soma de gestos, som e luz, O Corpo concentra, com novos acentos, a essência brasileira do Grupo Corpo.
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Using the human imaginary as theme, the choreography of Rodrigo Pederneiras uses an innovative dialogue, through the electronic sound track of Arnaldo Antunes.In the accelerated rhythm of the movements, through agressive gestures, during the line breaks and by the arching of bodies, which try to move very close to the floor, Rodrigo Pederneiras develops new characteristics to this dance which goes from the “malemolência” (a slowness) to a robot like dance.
“The body is sufficiently opaque / in order to be seen.” The bodies dance while bathed by the stage lighting, created by Paulo Pederneiras. It’s a square of spot lights, which vibrates with the music as if it were a giant spectrum analyzer.
O Corpo transforms the stage setting into lights and the costumes into moving stage settings: they are like black sculptures dancing inside a red box. The bodies get new volume through Freusa Zechmeister’s and Fernando Velloso’s creations.
They form a gang or a tribe but their individualities are marked by movement and by their unusual costumes.
Arnaldo Antunes’ music is materialized through the dance and the dance add a new angle to Grupo Corpo’s history. O Corpo concentrates on the sum of the gestures, sound and light, thus bringing newness to the Brazilian essence of Grupo Corpo.
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coreografia / choreography: Rodrigo Pederneiras
música / music: Arnaldo Antunes
cenografia e iluminação / set design & lighting: Paulo Pederneiras
figurino / costume design: Freusa Zechmeister and Fernando Velloso -

R$50,00PARABELO
Duração: 42 minutos
Escrever na língua nativa a palavra balé (assim, com um ele só e acento agudo) tem sido a busca consciente e obstinada de Rodrigo Pederneiras desde o antológico 21, de 1992. A inspiração sertaneja e a transpiração pra lá de contemporânea da trilha composta por Tom Zé e José Miguel Wisnik para Parabelo, de 1997, permitiram ao coreógrafo do Grupo Corpo dar vida àquela que ele mesmo define como a “a mais brasileira e regional” de suas criações.
De cantos de trabalho e devoção, da memória cadenciada do baião e de um exuberante e onipresente emaranhado de pontos e contrapontos rítmicos, emerge uma escritura coreográfica que esbanja jogo de cintura e marcação de pé, numa arrebatadora afirmação da maturidade e da força expressiva da gramática construída ao longo de anos pelo arquiteto de Missa do Orfanato e Sete ou Oito Peças para um Ballet.
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The country side inspiration and the resulting contemporary soundtrack, written by Tom Zé and José Miguel Wisnik, for 1997’s Parabelo, prompted the choreographer from Grupo Corpo to bring into life that, which he himself refers to, as his “most Brazilian and regional” creation.From working and devotion chants, from the memory of the rhythmic baião and from the exuberant and an ever present, entangled, rhythmic points and counterpoints, emerges choreography full of hip swaying and feet stamping. It’s a ravishing statement of maturity and of the expressive teachings, developed throughout many years, by the maker of Missa do Orfanato and Sete ou Oito Peças para um Ballet
The aesthetic of the votive offerings, from country side churches, inspire Fernando Velloso and Paulo Pederneiras in the creation of the 15 meter X 8 meter panels, which provide support for the ballet’s stage setting.
With the intensity of the colors veiled by black tulle and unveiled only in the small and imperative space of the ballet slippers, costume designer Freusa Zechmeister, creates the set of lights and shadows that “dress” the dancers in the first part of PARABELO. And at the explosive ballet finale, the leotards are freed from the veil, showing off the joyous, high temperatures of their colors.
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coreografia / choreography: Rodrigo Pederneiras
música / music: Tom Zé & Zé Miguel Wisnik
cenografia / set design: Fernando Velloso and Paulo Pederneiras
figurino / costume design: Freusa Zechmeister
iluminação / lighting: Paulo PederneirasBACH
Duração: 44 minutos
Um jogo entre o que se ouve e o que se vê, onde o barroco de Bach e o barroco de Minas Gerais, no Brasil, se realizam como dança. A coreografia aspira ao que está acima, e a música, ao que está dentro das partituras de Bach e que Marco Antônio Guimarães, o compositor, nos ajuda a descobrir.
Entre azuis, dourados e escuros, uma dança que celebra a arquitetura da vida: fluxo contínuo de onde emergem construções cinéticas surpreendentes.
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It’s like a game between what one hears and sees. This is where Bach’s baroque and the baroque of the state of Minas Gerais are fulfilled, in the form of dance. The choreography aspires for the above and the music for what is inside Bach’s music score, which composer Marco Antonio Guimarães help us unveil. Among shades of blue, gold and darkness, a dance which celebrates the architecture of life:
The continuous flow from where surprising kinetic constructions emerge.coreografia / choreography: Rodrigo Pederneiras
música / music: Marco Antônio Guimarães
cenografia / set design: Fernando Velloso and Paulo Pederneiras
figurino / costume design: Freusa Zechmeister
iluminação / lighting: Paulo Pederneiras


