Boné Grupo Corpo – Azul
R$60,00
Boné de microfibra e regulagem em velcro.
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R$40,00Trilha sonora original do espetáculo “O Corpo” do Grupo Corpo.
música: Arnaldo Antunes
Tematizando o imaginário urbano, a coreografia de Rodrigo Pederneiras dialoga inovadoramente com a trilha eletrônica de Arnaldo Antunes. No ritmo acelerado dos movimentos, na violência dos gestos, nas quebras das linhas e no arqueamento dos corpos que buscam se mover rente ao chão, Rodrigo Pederneiras desenvolve novas características para essa dança, que vai da malemolência ao robótico.
“O corpo é suficientemente opaco / para que se possa vê-lo.” Esse corpo dança banhado na luz-cenário de Paulo Pederneiras, um quadrado de spots vibrando com a música como um gigantesco analisador de espectro.
As frases de Arnaldo Antunes ganham corpo na dança; e a dança dá novo viés à trajetória do Grupo. Na soma de gestos, som e luz, O Corpo concentra, com novos acentos, a essência brasileira do Grupo Corpo.
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R$40,00Trilha sonora original do espetáculo “Santagustin” do Grupo Corpo.
A capitulação às tentações da luxúria versus o combate ferrenho e intransigente aos prazeres da carne. A tensão entre os dois extremos que marcaram a existência terrena do filósofo e religioso Aurélio Agostinho (354 – 430), o Santo Agostinho do panteão católico, serviu como ponto de partida para o compositor Tom Zé criar a música original do balé do Grupo Corpo – Santagustin, de 2002.
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R$40,00GIL – Trilha sonora original do espetáculo do Grupo Corpo
música: Gilberto Gil
A música luminosa, plural, universal e tão brasileira de Gilberto Gil se traduz na coreografia que leva o nome do compositor, GIL. A convite do diretor artístico Paulo Pederneiras, Gil criou uma trilha que vai dos elementos afro-baianos à abordagem camerística, com a intervenção de trechos retrabalhados das canções conhecidas, como Tempo Rei, Andar com Fé e Aquele Abraço.
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Promoção
R$40,00R$28,00PARABELO
música: TOM ZÉ e ZÉ MIGUEL WISNIK
“Há dois tipos de canto recorrentes no tempo redondo do mito”, define o compositor Tom Zé. “O canto do trabalho e o canto de devoção”.
De cantilenas de trabalho e incelências, mas também de citações a duelos de cegos cantadores, da memória cadenciada dos baiões, de comentários sobre tons jobinianos (Bendengó) ou luizgonzaguianos (Assum Branco), de bossa(s) nova(s) (que vêm e que passam antes pela Juazeiro de João Gilberto que pelas areias de Ipanema), e de um exuberante e onipresente emaranhado de pontos e contrapontos rítmicos é feita a música original de Parabelo, que inaugura a dupla (no caso, sertaneja) Tom Zé e Zé Miguel Wisnik, editada em CD pelo GRupo Corpo.
