TRILHAS E VÍDEOS
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Criado em 1992, 21 é um divisor de águas na história do Grupo Corpo. Depois de atuar por uma década com temas musicais preexistentes, com este balé, a companhia mineira de dança não apenas volta a trabalhar com trilhas especialmente compostas – como acontecera em seus primórdios nos bem-sucedidos Maria, Maria e Último Trem, ambos com música original de Milton Nascimento e Fernando Brant – como passa a adotar como regra este critério. A decisão proporciona a Rodrigo Pederneiras a oportunidade de dar início à construção do extenso vocabulário coreográfico, de inflexões notadamente brasilianas, que se tornaria marca registrada das criações do grupo. Da teia de combinações rítmicas e timbrísticas em torno do número 21, contida nas partituras geometrizadas criadas por Marco Antônio Guimarães – diretor artístico do Uakti Oficina Instrumental e idealizador dos inusitados instrumentos que lhe conferem uma singularíssima sonoridade –, Rodrigo Pederneiras cria uma escritura coreográfica cujo pulso, ou impulso, é de transpiração matemática. Dividido em três movimentos, o mais vigoroso e instigante dos balés apresentados até aquele início dos anos 90 pelo Grupo Corpo reproduz, através de múltiplas repetições de movimento, a escala decrescente do 21 até o 1; desenha oito pequenos hai-kais coreográficos; e explode no final, numa dança colorida e contagiante que remete aos folguedos populares e às festas do interior.
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Homenagem, em música e movimento, ao mais erudito dos compositores populares brasileiros, Ernesto Nazareth (1863-1934), o balé Nazareth, de 1993, transporta para o palco, com insuspeitado requinte, a sensualidade e a brejeirice da dança brasileira de salão. Com base na obra do genial criador do “tango brasileiro”, o compositor e escritor paulista José Miguel Wisnik recorre ao conceito de espelhamento melódico para operar movimentos retrógrados que, induzidos por computador, desvendam surpreendentes e cristalinas construções musicais, numa recriação absolutamente autoral, original e contemporânea da obra de Nazareth. São comentários, citações, variações, que, bebendo sempre da mesma fonte, terminam por desaguar em outros braços de mar. O erudito e o popular se encontram e se confundem também na transcriação cinética e visual do gênio de Ernesto Nazareth (1863-1934) pela equipe de criadores do Grupo Corpo.
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Amores ardentes, vorazes volúpias, ciúmes nefastos, corações partidos, saudades brutais, desprezo, rancor, indiferença… Com letras que beiram o kitsch e a construções melódicas estonteantemente belas, o romantismo rasgado das canções de Ernesto Lecuona (1895-1963) havia capturado o coração bailarino do coreógrafo Rodrigo Pederneiras em meados dos anos 80. Duas décadas depois, em 2004, o Grupo Corpo rendia-se à genialidade do maior ícone da música cubana de todos os tempos e decidia abrir uma exceção à regra, estabelecida em 1992, de só trabalhar com trilhas especialmente compostas para colocar em cena o balé que leva seu nome: Lecuona. Uma vertiginosa sequência de 38 minutos de pas-de-deux e uma única formação de grupo, criadas por Rodrigo Pederneiras sobre doze doridas canções de amor e uma valsa do célebre autor de Siboney, emprestam a Lecuona um caráter absolutamente singular e diferenciado das demais criações do grupo.
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Criada a partir da missa solene composta e regida por ocasião da consagração da Igreja do Orfanato, na Viena de 1768, por um Mozart que não contava ainda os treze anos completos, a Missa do Orfanato, de 1989, inscreve-se entre as obras máximas do Grupo Corpo. Estabelecendo já os primeiros códigos de uma escritura coreográfica que iria atingir sua maturidade três anos depois com 21, um divisor de águas na trajetória da companhia, Rodrigo Pederneiras transforma seu corpo de baile em uma massa de desvalidos que, na contramão do que prega o ordinário da missa católica, retrata antes a tragédia e a miséria da condição humana que o anseio de glorificação do Divino. Em estado de contrição permanente, os corpos dos bailarinos ritualizam o desamparo, o temor, o afligimento e a solidão inerentes à natureza inapelavelmente terrena e transitória da espécie humana. Na busca incessante de verticalidade, seus gestos convulsos soam como brados de misericórdia.
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R$30,00
DOCUMENTÁRIO NAZARETH
Direção: Cláudia Ribeiro e Janaína Patrocínio
Duração: 52 minutos
Ano: 2015
Produção: Grupo Corpo e JPZ ComunicaçãoHomenagem, em música e movimento, ao mais erudito dos compositores populares brasileiros, Ernesto Nazareth (1863-1934), o balé Nazareth, de 1993, transporta para o palco, a sensualidade e a brejeirice da dança brasileira de salão. Com base na obra do genial criador do “tango brasileiro”, o compositor e escritor paulista José Miguel Wisnik recorre ao conceito de espelhamento melódico para operar movimentos retrógrados que, induzidos por computador, desvendam surpreendentes e cristalinas construções musicais, numa recriação absolutamente autoral, original e contemporânea da obra de Nazareth.
Esse documentário é conduzido pela narrativa do próprio Wisnik que explica em detalhes o processo de criação da trilha, ao mesmo tempo em que contextualiza e apresenta a riqueza da obra de Ernesto Nazareth. O vídeo traz ainda trechos do espetáculo e cenas inéditas dos bastidores.
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R$30,00
SÉRIE REPERTÓRIO GRUPO CORPO – DOCUMENTÁRIO 21
Direção: Janaína Patrocínio e Cláudia Ribeiro
Duração: 51 minutos
Ano: 2015
Produção: Grupo Corpo e JPZ ComunicaçãoCriado em 1992, “21” é um divisor de águas na história do Grupo Corpo. Depois de atuar por uma década com temas musicais pré-existentes, com este balé, a Companhia volta a trabalhar com música especialmente composta. Da teia de combinações rítmicas e timbrísticas em torno do número 21, contida nas partituras criadas por Marco Antônio Guimarães – diretor artístico do Uakti, o coreógrafo Rodrigo Pederneiras cria uma escritura coreográfica cujo pulso, ou impulso, é de transpiração matemática.
Nesse documentário, o espetáculo 21 é intercalado por depoimentos do coreógrafo, Rodrigo Pederneiras, do compositor da trilha, Marco Antônio Guimarães e do diretor artístico Paulo Pederneiras, entre outros, além de várias cenas preciosas de arquivo. -
R$30,00
Fundado em 1975, o Grupo Corpo estreou no ano seguinte sua primeira obra, “Maria Maria”. Com música especialmente composta por Milton Nascimento, o balé ficou quase uma década em cartaz e percorreu 14 países. Nos 8 anos seguintes, enquanto o sucesso de “Maria Maria” ainda repercutia, o Grupo Corpo não se deu descanso. Colocou em cena mais 6 novas coreografias assinadas por Rodrigo Pederneiras, que assume o posto de coreógrafo-residente e, juntamente com o irmão, Paulo Pederneiras, diretor artístico da Companhia começa a moldar a personalidade do Grupo. Este documentário mostra um pouco dos primeiros 15 anos de história do Grupo Corpo. Desde a fundação do Grupo, em 1975 e sua primeira obra, “Maria Maria” até o final dos anos 80, quando o Grupo Corpo se firma no cenário da dança mundial com personalidade própria e sucesso reconhecido.
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R$30,00
O mar (de Vigo), que leva e traz de volta o amado, o amigo, é o que dá vida e movimento a Sem Mim. O balé é embalado pela trilha original urdida a quatro mãos pelo viguês Carlos Núñez e pelo brasileiro José Miguel Wisnik a partir do único conjunto de peças do cancioneiro profano medieval galego-português que chegou aos nossos dias com as respectivas partituras de época: o célebre “ciclo do mar de Vigo”, de Martín Codax. Nas sete canções, datadas do século XIII, o poeta se pronuncia sempre em nome da mulher; mais especificamente de jovens apaixonadas que pranteiam a ausência ou festejam a iminência do regresso do amado-amigo. Na avidez do reencontro, elas confidenciam ora com o mar, ora com a mãe, ora com amigas. E, para aplacar ou fustigar o seu desejo, saem a banhar-se nas ondas do mar de Vigo.
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R$30,00
SÉRIE REPERTÓRIO GRUPO CORPO – DOCUMENTÁRIO ONQOTÔ
Direção: Cláudia Ribeiro e Janaína Patrocínio
Duração: 52 minutos
Ano: 2015
Produção: Grupo Corpo e JPZ ComunicaçãoA perplexidade e a inexorável pequeneza do homem diante da vastidão do universo é o tema central de “Onqotô”, balé que, em 2005, marcou as comemorações dos 30 anos do Grupo Corpo. Assinada por Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, a trilha sonora tem como ponto de partida uma bem-humorada discussão sobre a paternidade do universo.
Este documentário mostra o processo de criação dessa obra comemorativa, permitindo um acesso privilegiado aos bastidores do Grupo Corpo. -
R$30,00
SÉRIE REPERTÓRIO GRUPO CORPO – DOCUMENTÁRIO LECUONA
Direção: Cláudia Ribeiro e Janaína Patrocínio
Duração: 53 minutos
Ano: 2015
Produção: Grupo Corpo e JPZ ComunicaçãoNessa obra, o Grupo Corpo rende-se à genialidade do maior ícone da música cubana, o pianista Ernesto Lecuona, e decide abrir uma exceção à regra, estabelecida em 1992, de só trabalhar com trilhas exclusivas, para colocar em cena o balé que leva o seu nome: “Lecuona”. Os casais se sucedem decantando paixões, segundo roteiros que vêm tanto do romantismo mais desbragado quanto do realismo sem máscara de cada um de nós.
Este documentário mostra o balé na íntegra, intercalado por cenas de bastidores, depoimentos e curiosidades gravadas ao longo do processo de criação. -
R$50,00
Espetáculo “Sem Mim”
Duração: 48 minutos
O mar (de Vigo), que leva e traz de volta o amado, o amigo, é o que dá vida e movimento a Sem Mim. O balé é embalado pela trilha original urdida a quatro mãos pelo viguês Carlos Núñez e pelo brasileiro José Miguel Wisnik a partir do único conjunto de peças do cancioneiro profano medieval galego-português que chegou aos nossos dias com as respectivas partituras de época: o célebre “ciclo do mar de Vigo”, de Martín Codax. Nas sete canções, datadas do século XIII, o poeta se pronuncia sempre em nome da mulher; mais especificamente de jovens apaixonadas que pranteiam a ausência ou festejam a iminência do regresso do amado-amigo. Na avidez do reencontro, elas confidenciam ora com o mar, ora com a mãe, ora com amigas. E, para aplacar ou fustigar o seu desejo, saem a banhar-se nas ondas do mar de Vigo.
A lírica do trovador medieval leva Rodrigo Pederneiras a pautar sua partitura de movimentos na alternância entre calmaria e fúria e no vaivém próprios das ondas do mar, e, também, a (re)produzir, no jogo de cena, o apartamento entre feminino e masculino, onde um(a) reclama sempre a falta do outro, em coreografia marcada pelo fluxo constante de avanços e recuos e pela recorrência de movimentos, sinuosos ou abruptos, de tronco.
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The ocean (in Vigo), that takes and brings back the beloved one, the friend, is also the one that gives life and movement to Sem Mim.With a choreography by Rodrigo Pederneiras, scenography and lighting by Paulo Pederneiras and costumes by Freusa Zechmeister, the creation of the Brazilian dance group is rocked by the original soundtrack woven by the hands of the Viganese musician and composer Carlos Núñez and by the Brazilian from (“the ocean”) of the city of São Vicente José Miguel Wisnik, from the only set of pieces of music from the Galician-Portuguese medieval profane songbook that got to us with their respective original sheet music: the famous cycle of the ocean in Vigo, by Martín Codax. The seven chants, dated from the XIIIth century, are the oldest testimony and the most appreciated survivals of one of the aspects of the troubadouresque tradition in the region at that time: the so called “friend chants”. There, the poet always speaks in the name of the woman; more specifically, young women that mourn the absence or celebrate the imminent return of the beloved-friend. Avid for the reunion, they confide sometimes with the ocean, sometimes with the mother, sometimes with friends. And to pacify or fustigate the desire, they bathe in the waves of the ocean. (In case of the Codax girls, in the waves of the ocean in Vigo.)
The lyric of the Viganese medieval troubadour inspires Rodrigo Pederneiras to rule his movement music sheet by the alternation between the calm and the fury , and by the seesaw that is typical of ocean waves, and, also, to (re)produce, on the stage, the separation between feminine and masculine, where one always claims the absence of the other.
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coreografia / choreography: Rodrigo Pederneiras
música / music: Carlos Núñes & José Miguel Wisnik (sobre canções de / on songs by Martín Codax)
cenografia e iluminação / set design & lighting: Paulo Pederneiras
figurino / costume design: Freusa Zechmeister -
R$50,00
PARABELO
Duração: 42 minutos
Escrever na língua nativa a palavra balé (assim, com um ele só e acento agudo) tem sido a busca consciente e obstinada de Rodrigo Pederneiras desde o antológico 21, de 1992. A inspiração sertaneja e a transpiração pra lá de contemporânea da trilha composta por Tom Zé e José Miguel Wisnik para Parabelo, de 1997, permitiram ao coreógrafo do Grupo Corpo dar vida àquela que ele mesmo define como a “a mais brasileira e regional” de suas criações.
De cantos de trabalho e devoção, da memória cadenciada do baião e de um exuberante e onipresente emaranhado de pontos e contrapontos rítmicos, emerge uma escritura coreográfica que esbanja jogo de cintura e marcação de pé, numa arrebatadora afirmação da maturidade e da força expressiva da gramática construída ao longo de anos pelo arquiteto de Missa do Orfanato e Sete ou Oito Peças para um Ballet.
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The country side inspiration and the resulting contemporary soundtrack, written by Tom Zé and José Miguel Wisnik, for 1997’s Parabelo, prompted the choreographer from Grupo Corpo to bring into life that, which he himself refers to, as his “most Brazilian and regional” creation.From working and devotion chants, from the memory of the rhythmic baião and from the exuberant and an ever present, entangled, rhythmic points and counterpoints, emerges choreography full of hip swaying and feet stamping. It’s a ravishing statement of maturity and of the expressive teachings, developed throughout many years, by the maker of Missa do Orfanato and Sete ou Oito Peças para um Ballet
The aesthetic of the votive offerings, from country side churches, inspire Fernando Velloso and Paulo Pederneiras in the creation of the 15 meter X 8 meter panels, which provide support for the ballet’s stage setting.
With the intensity of the colors veiled by black tulle and unveiled only in the small and imperative space of the ballet slippers, costume designer Freusa Zechmeister, creates the set of lights and shadows that “dress” the dancers in the first part of PARABELO. And at the explosive ballet finale, the leotards are freed from the veil, showing off the joyous, high temperatures of their colors.
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coreografia / choreography: Rodrigo Pederneiras
música / music: Tom Zé & Zé Miguel Wisnik
cenografia / set design: Fernando Velloso and Paulo Pederneiras
figurino / costume design: Freusa Zechmeister
iluminação / lighting: Paulo PederneirasBACH
Duração: 44 minutos
Um jogo entre o que se ouve e o que se vê, onde o barroco de Bach e o barroco de Minas Gerais, no Brasil, se realizam como dança. A coreografia aspira ao que está acima, e a música, ao que está dentro das partituras de Bach e que Marco Antônio Guimarães, o compositor, nos ajuda a descobrir.
Entre azuis, dourados e escuros, uma dança que celebra a arquitetura da vida: fluxo contínuo de onde emergem construções cinéticas surpreendentes.
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It’s like a game between what one hears and sees. This is where Bach’s baroque and the baroque of the state of Minas Gerais are fulfilled, in the form of dance. The choreography aspires for the above and the music for what is inside Bach’s music score, which composer Marco Antonio Guimarães help us unveil. Among shades of blue, gold and darkness, a dance which celebrates the architecture of life:
The continuous flow from where surprising kinetic constructions emerge.coreografia / choreography: Rodrigo Pederneiras
música / music: Marco Antônio Guimarães
cenografia / set design: Fernando Velloso and Paulo Pederneiras
figurino / costume design: Freusa Zechmeister
iluminação / lighting: Paulo Pederneiras













